A escolha do formato deve considerar onde está o público, como o conteúdo será transmitido e quais recursos de acessibilidade precisam aparecer na experiência final.

Quando escolher interpretação presencial

O formato presencial é indicado quando o público e a programação estão concentrados em um espaço físico. Ele permite interação direta com pessoas surdas, palestrantes e produção.

A organização deve reservar posição com boa visibilidade, iluminação adequada e acesso ao áudio. Em grandes auditórios, a imagem do intérprete também pode ser projetada ou integrada à transmissão.

Quando a interpretação remota funciona melhor

A atuação remota é eficiente para reuniões on-line, webinars, aulas e atendimentos digitais. Ela reduz deslocamentos e permite conectar profissionais e participantes de diferentes cidades.

O resultado depende de conexão estável, áudio limpo, enquadramento correto e uma plataforma compatível com a exibição da janela de Libras.

Eventos híbridos exigem integração

No híbrido, parte do público está no local e parte acompanha pela internet. A acessibilidade precisa ser planejada para ambos, sem que a pessoa surda perca conteúdo ao alternar entre palco, tela e intérprete.

A UniLibras trabalha com a equipe de produção para definir captação, retorno, composição de tela e distribuição do sinal.

Como decidir

Avalie onde estão as pessoas surdas, quantos ambientes existirão, se haverá transmissão e quais plataformas serão utilizadas. Muitas vezes, a melhor solução combina interpretação presencial com uma janela produzida para o público remoto.

  • Localização do público e dos palestrantes
  • Quantidade de salas ou links simultâneos
  • Necessidade de gravação ou transmissão
  • Qualidade da internet e do sistema de som
  • Formato de participação e perguntas